Quarta-feira, Novembro 11, 2009
o artista está a acordar
abençoado curso de actividades artisticas que a professora da criança tirou e abençoadas as aulas de artes plásticas, finalmente ele começou a querer fazer umas coisitas giras e a ter ideias complicadas que não envolvem máquinas.
desta vez o objectivo era fazer um ratinho com uma castanha,
mas ele conseguiu passar à casinha a partir de uma caixa de lenços vazia.
Começou com uma portinha de rato,
depois passou ao projecto da decoração,
tinha que ter palha lá dentro para o ratinho dormir,
tinha que estar forrada como se fosse madeira e com pregos desenhados
e tinha que ter uma fatia de queijo furado para o ratinho comer.
Com tudo isto feito foi fácil passar às folhas e às bolotas.
A seguir a ordem foi... mostrar às amigas porque ele também tinha reciclado uma caixa.
E aqui estou eu a cumprir a ordem.
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desta vez o objectivo era fazer um ratinho com uma castanha,
mas ele conseguiu passar à casinha a partir de uma caixa de lenços vazia.
Começou com uma portinha de rato,
depois passou ao projecto da decoração,
tinha que ter palha lá dentro para o ratinho dormir,
tinha que estar forrada como se fosse madeira e com pregos desenhados
e tinha que ter uma fatia de queijo furado para o ratinho comer.
Com tudo isto feito foi fácil passar às folhas e às bolotas.
A seguir a ordem foi... mostrar às amigas porque ele também tinha reciclado uma caixa.
E aqui estou eu a cumprir a ordem.
Terça-feira, Novembro 10, 2009
O pavão
Segunda-feira, Novembro 09, 2009
Oficialmente aberto o Natal 2009
Sexta-feira, Novembro 06, 2009
Experiências chinesas
Comprei um livro que ensina pintura chinesa.
Aquilo é mundo, cada traço tem mais significado do que a minha vida toda.
Mas antes de conseguir chegar à "alma" da pintura chinesa comecei a experimentar usar só as tintas sem alma.
Primeiro experimentei os diversos tipos de folha (as minhas árvores têm quase sempre as folhas iguais)

E depois uma paisagem com algumas das folhas.
Ah e achei giro uma coisa, as árvores desenham-se da terra para o céu e tem toda a lógica, é assim que elas crescem

Aquilo é mundo, cada traço tem mais significado do que a minha vida toda.
Mas antes de conseguir chegar à "alma" da pintura chinesa comecei a experimentar usar só as tintas sem alma.
Primeiro experimentei os diversos tipos de folha (as minhas árvores têm quase sempre as folhas iguais)

E depois uma paisagem com algumas das folhas.
Ah e achei giro uma coisa, as árvores desenham-se da terra para o céu e tem toda a lógica, é assim que elas crescem

Quarta-feira, Novembro 04, 2009
Ida ao dentista
Um trauma só.
A criança entrou literalmente em pânico.
Tudo bem enquanto foi a observação, mas muitoooooooooo desconfiado.
Foi fácil perceber que ia dar confusão, afinal a criança de 8 anos estava a ser tratada como se tivesse 60, não pensei é que seria tanta.
Enquanto se observava, apareceu a palavra mágica “cárie”, logo aqui começaram as lágrimas a cair em cascata.
Ainda tentei desanuviar e ver se a médica percebia o que estava a fazer, perguntando se era nos dentes de bebé ou não, claro que era e tinham o tamanho de “pulgas” segundo ela, mas já era muito tarde, o mal estava feito.
Tudo a seguir foi um filme de terror, o gel doía, o algodão fazia vomitar e fazia impressão, o aspirador comia a língua, o chuveiro fazia impressão, a escova dos dentes andava muito depressa, …
Com isto tudo chegou o ataque de pânico que durou quase uma hora, com uma médica extremamente “simpática” que fazia questão de comentar que para oito anos já não se devia comportar assim.
Não me dei ao trabalho de comentar porque sabia que não voltaria lá e que ela não iria conseguir fazer nada.
Saímos de lá com uma ficha que menciona “não cooperante” e sem nenhum tratamento feito.
Paciência, não acredito que alguém que até gosta de tirar sangue, que tem um amigo fantasma, que nunca disse que tinha medo fosse do que fosse (excepto baloiços a andar muito depressa e alto), seja culpado da falta de jeito da médica para tratar crianças.
Lá tenho que ir a outra que saiba a diferença entre criança e adulto.
Mas a culpada fui eu sem dúvida, que não devia acreditar que todos os médicos sabem o que fazem e se sabem adaptar aos clientes
A criança entrou literalmente em pânico.
Tudo bem enquanto foi a observação, mas muitoooooooooo desconfiado.
Foi fácil perceber que ia dar confusão, afinal a criança de 8 anos estava a ser tratada como se tivesse 60, não pensei é que seria tanta.
Enquanto se observava, apareceu a palavra mágica “cárie”, logo aqui começaram as lágrimas a cair em cascata.
Ainda tentei desanuviar e ver se a médica percebia o que estava a fazer, perguntando se era nos dentes de bebé ou não, claro que era e tinham o tamanho de “pulgas” segundo ela, mas já era muito tarde, o mal estava feito.
Tudo a seguir foi um filme de terror, o gel doía, o algodão fazia vomitar e fazia impressão, o aspirador comia a língua, o chuveiro fazia impressão, a escova dos dentes andava muito depressa, …
Com isto tudo chegou o ataque de pânico que durou quase uma hora, com uma médica extremamente “simpática” que fazia questão de comentar que para oito anos já não se devia comportar assim.
Não me dei ao trabalho de comentar porque sabia que não voltaria lá e que ela não iria conseguir fazer nada.
Saímos de lá com uma ficha que menciona “não cooperante” e sem nenhum tratamento feito.
Paciência, não acredito que alguém que até gosta de tirar sangue, que tem um amigo fantasma, que nunca disse que tinha medo fosse do que fosse (excepto baloiços a andar muito depressa e alto), seja culpado da falta de jeito da médica para tratar crianças.
Lá tenho que ir a outra que saiba a diferença entre criança e adulto.
Mas a culpada fui eu sem dúvida, que não devia acreditar que todos os médicos sabem o que fazem e se sabem adaptar aos clientes
